Essa semana resolvi postar um texto um pouco diferente. Nada de quere interpretar ou deixar meus devaneios sobre algum assunto. Na verdade estive pensando nas situações da vida, mais especificamente, nos relacionamentos amorosos.
Quantas vezes perdemos tempo por uma simples palavra dita ou talvez não dita?
Quantas vezes tornamos algo que deveria ser prazeroso um ato de coragem e de fé?
Quantos momentos discutindo passamos apenas por não praticarmos a "escutatória"?
Enfim... hoje deixo o que chamei de "As Sutilezas dos Relacionamentos" para que juntos possamos apenas refletir. Vamos pensar no nosso papel perante isso.
Então lá vai...
As Sutilezas dos Relacionamentos
Ao telefone:
Ele... ou ela: _ Mas eu te disse que já marquei aquele compromisso para nós. Você concordou.
O outro: _ Eu sei, mas é que surgiu esse outro e eu queria tanto que nós dois fôssemos.
Ele... ou ela: _ Mas talvez a gente possa juntar os dois. São pessoas que gostamos e se conhecem... quem sabe assim fica mais... (interrupção do outro)...
O outro: _ Ahhh...Não sei se seria uma boa idéia. Acho que vamos acabar não dando atenção devida. Você não acha melhor tentar remarcar, já que é mais simples com aquele compromisso do que esse que surgiu?
Ele... ou ela: _ Tudo bem, vou ver o que dá pra fazer. Talvez possamos marcar aquele compromisso para o dia seguinte.
O outro: _ Ok. O que der certo vai ser bom porque vamos estar juntos.
E eles viveram felizes até o próximo compromisso.
OU
Ao telefone:
Ele... ou ela: _ Mas eu te disse que já marquei aquele compromisso para nós. Você concordou.
O outro: _ Eu sei, mas é que surgiu esse outro e eu queria tanto que nós dois fôssemos.
Ele... ou ela: _ Mas talvez a gente possa juntar os dois. São pessoas que gostamos e se conhecem... quem sabe assim fica mais... (interrupção do outro)...
O outro: _ Ahhh...Não sei se seria uma boa idéia. Não tem nada haver uma coisa com a outra. Que mania de querer fazer isso.
Ele... ou ela: _ Por que não? Não vejo problema nisso. Acho que ninguém vai se importar.
O outro: _ Mas eu nunca faria isso.
Ele... ou ela: _ Esse é o seu modo de pensar, não o meu. Não adianta a gente querer entrar em acordo não é mesmo!?
O outro: _ Nossa, por que você está falando assim comigo?
Ele... ou ela: _ @#$%¨&*()
O outro: _ )(*&¨%$#@!
E assim sucessivamente, até que o cansaço, o desânimo e vários outros sentimentos e ações não agradáveis façam com que a conversa termine...
E eles tiveram muitas dificuldades para serem felizes até o próximo compromisso.
Há algo que possamos tirar disso?
Um abraço a todos e até o próximo texto.
Diego Carvalho
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