Diversas vezes nos preocupamos muito com os conceitos de estudar, difundir e praticar a Doutrina Espírita. Mas... não são esses os objetivos de qualquer coisa que tomemos para a nossa vida? Um estudante de medicina, administração, direito ou seja lá o que for não deveria estudar, difundir e praticar o que aprende? Por que seria diferente com a Doutrina dos Espíritos? Tamanha responsabilidade a que temos.
Estudar a Doutrina Espírita é buscar conhecermos seus ensinamentos para que possamos entender sua essência e, enfim, interiorizá-la em nosso dia a dia. Para isso, devemos utilizar principalmente dos recursos disponibilizados pelos espíritos através de Kardec com as obras básicas da codificação e com os livros complementares de diversos médiuns e autores encarnados e desencarnados. Ainda, como homens da Terra e seguindo o que também é feito no Plano Espiritual, é necessário fazer uso dos recursos tecnologicos que são melhorados a cada dia, devendo sempre mantermos a moral em patamar elevado, de maneira que possamos à partir daí, difundir a Doutrina Espírita com nossas próprias atitudes.
Prática e difusão são interligadas. Uma vez que aprendida a Doutrina dos Espíritos, será possível que em qualquer ambiente que estejamos possamos difundí-la através de sua prática constante com nossos atos, palavras, pensamentos enfim, nossas tentativas de mudanças, nos caracterizando como bons espíritas como descrito no Livro dos Espíritos: "Reconhece-se o bom espírita pelos esforços que faz em domar suas más inclinações".
Assim, estudar sem praticar não fará com que tenhamos nenhum mérito ou muito menos que auxiliemos na difusão dessa nobre Doutrina conhecida como o Consolador Prometido por Jesus e que nos explica com tanta propriedade os ensinamentos do querido Mestre, os quais não conseguimos entender a milhares de anos atrás.
Um grande abraço e até o próximo texto.
Diego Carvalho
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